Arquivo para fevereiro de 2012

Garagem high-tech permite estacionar mais de um carro no mesmo lugar

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Garagem para mais de um carro (Foto: Divulgação)

Uma empresa do Reino Unido chamada Cardok criou um sistema de garagem que é capaz de estacionar mais de um veículo no mesmo lugar. Graças à tecnologia de pilares hidráulicos que são acionados por controle remoto, uma das garagens se esconde no subsolo. Assim, é possível estacionar outro carro no andar de cima ou até mesmo deixar o espaço livre.

O sistema é disponível em duas versões, Mono e Multi. Na primeira, é possível estacionar apenas um veículo, deixando a calçada ou garagem vazia. A versão Multi, pode ser de comprimento duplo, largura dupla ou altura dupla, e permite acomodar cerca de 10 toneladas no total.

Como as garagens comuns ocupam uma boa parte do terreno útil das residências, esta solução foi criada para quem quer manter um jardim à frente da casa ou tem mais de um carro.

Como toda boa invenção high-tech o investimento é um pouco alto. A versão Mono sai por U$ 61 mil, algo em torno de R$ 105 mil na cotação atual. A versão Multi fica em U$ 72 mil, pouco mais de R$ 124 mil.

Fonte: Tech Tudo

 


Artista cria autorama para 1.100 carrinhos

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Um dos brinquedos mais populares entre meninos nascidos nas décadas de 1960 e 1970, os postos de gasolina e as minicidades de plástico – com suas rampas e curvas desenhadas para carrinhos em miniatura – ganharam nova dimensão em uma instalação atualmente exibida no Museu de Artes de Los Angeles, o LACMA.

Criada pelo artista Chris Burden, a obra Metropolis II é uma escultura em grande escala, que reproduz uma cidade moderna, modelada para gerar movimento em ritmo acelerado.

Em exposição desde o dia 14 de janeiro, o verdadeiro complexo é constituído de vigas de aço, formando uma grade que inclui centenas de edifícios, trilhos de trem, dezoito avenidas e uma via expressa com seis pistas. Por elas circulam nada menos do que 1.100 minicarros, a uma velocidade que pode superar os 300 km/h.

No centro da grade, três correias elétricas, com ímãs, transportam as miniaturas para o topo, de onde eles são liberados, um de cada vez, para as vias de circulação. Dependendo da programação, os carrinhos podem simular desde um tráfego veloz até uma situação de congestionamento extremo. Em um limite que os meninos das décadas de 1960 e 1970 jamais poderiam imaginar.

 

Fonte: Casa Vogue


Designer cria conceito de carro eletromagnético do futuro

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O designer português Tiago Miguel Inacio criou um conceito de carro eletromagnético do futuro. Trata-se de Mithos que, além de incluir recursos de alta tecnologia, esbanja beleza.

Na parte externa, o carro se parece muito com o “Batmóvel”, criado pelo diretor de cinema Tim Burton, mas com alguns detalhes mais redondos e enxutos. Já na parte interna, há uma espécie de “impulsão quântica”, recurso utilizado por companhias de trem.

Segundo Inacio, o Mithos utilizaria um motor elétrico de 1,5 MW, com zero emissões de gases e uma potência para atingir até 397 km/h. Além disso, ele poderia ser recarregado por meio de centrais elétricas de Wi-Fi. Sobretudo, entre outras tecnologias, o veículo contaria com uma lataria de fibra resistente a danos, leitura automática do tipo de terreno, uma tecnologia de teletransporte e resposta instantânea de aceleração.

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Para conhecer um pouco mais sobre esse conceito chamado Mithos, clique aqui e confira o vídeo de apresentação.

Fonte: Tech Tudo


Artista cria miniatura de catástrofes

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De florestas a mansões, todas as formas de cenários fantasiosos ou próximos da perfeição são objeto de transformação nas mãos dos artista plástico norte-americano Thomas Doyle.

O diferencial de sua obra, porém, é que ele cria essas paisagens em uma escala minúscula, e transporta para elas as mais surpreendentes situações de catástrofe.

“Meu trabalho explora vestígios de memória através da criação de mundos esculpidos em escala 1:43, ou menos. Realizadas em vidro, as obras retratam o passado, as experiências transformadoras. Da mesma forma que nossas recordações surgem como uma névoa, minha obra distorce a realidade através da fantasia”, explica o artista.

O trabalho de Thomas é um dos que compõem a mostra coletiva American Dreamers: Reality and Imagination in Contemporary American Art. A exposição sobre novos talentos da produção norte-americana fica em cartaz entre os dias 9 de março e 15 de julho no Centro di Cultura Contemporanea Strozzina, dentro do Palazzo Strozzi de Florença, Itália.

Fonte: Casa Vogue


A verdadeira lagoa azul fica na Islândia

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Uma lagoa absolutamente azul – mais azul que a do filme que lançou a (ainda jovem) Brooke Shields ao estrelato – faz da desconhecida península de Reykjanes um dos destinos turísticos mais procurados da Islândia. Embora situada próxima ao Polo Norte, bem longe dos trópicos onde se passa A Lagoa Azul (1980), a versão islandesa do paraíso é tão deslumbrante quanto a do longa-metragem.

A coloração exuberante da água tem explicação geográfica: a lagoa se formou no único local do planeta onde oceanos subterrâneos afloram ao nível do solo. Vindas das profundezas, essas águas emergem a uma temperatura entre 36°C e 39°C. Em um país onde a máxima raramente ultrapassa os 15°C (isso nos meses mais quentes), o local não demorou a se transformar em ponto turístico, quase tão famoso quanto os gêiseres que caracterizam a paisagem islandesa.

E é ali, à beira da lagoa azul, que está um dos mais concorridos hotéis do país, o The Blue Lagoon. Combinando uma arquitetura impecável com interferências mínimas na paisagem, o local tem como atração principal – claro – as águas quentes e suas propriedades medicinais.

Mesmo nos meses mais frios do ano, hóspedes procuram o hotel em busca de suas qualidades terapêuticas, em especial os tratamentos de pele baseados no dióxido de silício e no enxofre, que abundam por ali. Além disso, a água é rica em um tipo de alga azulada, justamente a responsável pelo inconfundível tom azul brilhante da lagoa.

Com o status de resort, o The Blue Lagoon não se limita aos banhos na fonte natural. Além do relaxamento oferecido em saunas, salões de massagem e banhos de vapor geotermal, o hotel também abriga alguns dos bares e restaurantes mais badalados da Islândia. Um verdadeiro paraíso – bem distante do universo tropical.

Fonte: Casa Vogue


Apesar da crise, mercado de casas “super caras” bate recorde em Londres

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A economia britânica encolheu nos últimos meses de 2011 e pode estar entrando em recessão no começo deste ano, mas apesar da retração econômica um setor tem se mostrado imune à crise: o mercado de mansões e apartamentos para milionários em Londres.

Uma série de levantamentos recentes tem mostrado que os preços de imóveis continuam em alta na capital britânica, sobretudo na faixa de propriedades mais caras – faixa conhecida como ‘super-prime’.

Segundo analistas de mercado, os preços de propriedades ‘super-prime’ continuam subindo porque, apesar da crise econômica na Grã-Bretanha, milionários de diversas partes do mundo estão comprando apartamentos e casas em Londres, considerado um artigo de luxo essencial para uma classe de ricos emergentes.

A valorização de imóveis em Londres acontece apenas nos bairros mais ricos.

De acordo com uma pesquisa da consultora Hometrack, em mais da metade das 243 zonas de Londres os preços dos imóveis estão abaixo do pico registrado em 2007.

Mas em apenas três áreas luxuosas – West End, Knightsbridge e Belgravia/Pimlico – os preços de casas e apartamentos estão em média 30% acima do valor de 2007. Em Knightsbridge, o valor do metro quadrado triplicou nos últimos dez anos.

Liam Bailey, que é diretor da divisão de residências da agência especializada em pesquisas imobiliárias Knight Frank, afirma que a migração de milionários estrangeiros para Londres é um fenômeno que já se observava em 2007, antes da primeira recessão mundial.

‘Naquela época, parecia que todos os oligarcas de países emergentes estavam se mudando para o centro de Londres para confirmar a sua chegada à lista dos ricos globais, assegurando um item de ‘primeira necessidade’: uma propriedade residencial super-prime, de preferência a cinco minutos de carro do Hyde Park’, diz Bailey em um relatório que analisa o fenômeno londrino.

A sondagem da Knight Frank perguntou a profissionais que atendem apenas clientes milionários – como contadores, advogados e corretores de imóveis – quais são as nacionalidades dos ricos que mais estão gastando com propriedades de luxo em Londres. Russos, chineses e indianos lideram a lista, e os brasileiros aparecem na décima posição.


Casa desmontável acolhe almas nômades

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Quem tem espírito cigano, mas ao mesmo tempo gosta de estar sempre “hospedado” em sua própria casa, tem uma alternativa para conciliar esses dois pontos aparentemente antagônicos.

O Studio Aisslinger , escritório de arquitetura baseado em Berlim, na Alemanha, criou a Fincube, estrutura de madeira para montar uma casa que pode ser facilmente desmontada, transportada e remontada em qualquer outro local.

O primeiro protótipo construído tem 47 m² de área útil e foi erguido na comunidade de Ritten, ao norte da Itália, em um platô de cerca de 1,2 mil metros de altura.

A construção é sustentável do ponto de vista de consumo de energia e uso de materiais – adquiridos localmente e recicláveis. Um módulo feito com ripados vazados de madeira envolve toda a estrutura, e faz lembrar um cogumelo. Uma segunda camada interior, feita de vidro, traz conforto térmico à parte de dentro da casa. Para completar, o sistema de automação da residência controla suas funções principais por meio de um painel central.

Fonte: Casa Vogue

 

 

 

 

 

 

 


Seria esta a casa mais segura do mundo?

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Engana-se quem pensa que segurança é uma preocupação exclusiva da arquitetura brasileira. Eis aqui uma casa na Polônia que ultrapassa todos os limites de proteção que se pode imaginar para uma construção do tipo – a ponto de ser considerada à prova até de um ataque de zumbis. Ou pelo menos é assim que gosta de pensar o seu proprietário, fã declarado de filmes de terror e aventura.

Fato é que ela deixa para trás qualquer muro alto ou cerca elétrica, tão comuns no Brasil. Localizada em um vilarejo próximo a Varsóvia, a residência recebe o adequado nome de Safe House – ou “casa segura” em português. Dentro de um monolito de concreto com 610 m² de área, ela tem tudo aquilo que se procura quando se vive longe da cidade: um belo jardim, salas espaçosas, janelas imensas com vista para o verde e até mesmo uma piscina coberta.

Mas o que mais chama a atenção no projeto dos arquitetos do KWK Promes é, de fato, seu sistema de segurança. “A principal prioridade dos clientes era garantir à família uma sensação de máxima segurança. Isso determinou o visual e a performance da casa, que tem o formato de um cubo cujo exterior tem partes totalmente móveis”, explicam os autores.

Quando a casa se abre para o jardim, paredes laterais movem-se em direção ao muro exterior, criando um pátio. Depois de cruzar o portão, o visitante é então obrigado a aguardar dentro desta zona de segurança até receber autorização para entrar na casa. Assim, se a casa estiver fechada, a zona de segurança se restringirá aos limites da construção. Mas, durante o dia, quando as paredes estão abertas, ela se estende aos limites do terreno.

Para fazer a casa funcionar, os arquitetos precisaram criar equipamentos customizados. O mais complexo são as paredes deslizantes, todas com 2,2 m de altura e até 22 m de comprimento. Mas elas não são os únicos elementos móveis da casa – com 2,8 m de altura e largura de até 3,5 m, as janelas correm completamente e abrem uma ponte levadiça que conduz ao terraço acima da piscina.

Na fachada voltada para o jardim, um enorme portão rolante de alumínio de 14 x 6 m teve de ser fabricado em um estaleiro. O esforço valeu a pena: quando aberto, ele transforma a casa em um verdadeiro terraço e, se fechado, pode funcionar como uma tela de projeção de cinema, para enorme deleite do cinéfilo dono.

Fonte: Casa Vogue

 


A cobertura mais cara de Nova York: US$ 88 mi

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Nada menos do que US$ 88 milhões é a quantia que o magnata russo Dmitry Rybolovlev, um dos cem homens mais ricos do mundo segundo a revista Forbes, acaba de desembolsar para adquirir uma cobertura colocada à venda no início de novembro em Nova York. Trata-se do valor mais alto já atingido por um imóvel residencial na cidade em todos os tempos.

Situada na Central Park West, a residência pertencia, até então, a Sanford Weill, ex-presidente do Citigroup, que pretende doar o montante recorde para instituições de caridade. Agora, quem vai morar lá é a filha de 22 anos do milionário russo, que está de mudança para a metrópole para fazer faculdade.

No topo de um edifício de Midtown projetado por Robert Stern, o apartamento de 600 m² foi decorado pela designer de interiores Mica Ertegün. Nada menos do que 19 portas envidraçadas dão acesso aos vários terraços que circundam a ala social e a cobertura e descortinam vistas impressionantes para o Central Park.

A grandiosidade do apartamento fica clara logo no hall de entrada, onde esculturas do francês Ferdinand Parpan, dispostos sobre pedestais art déco, anunciam o que vem pela frente. Arte, aliás, está por toda a parte, em especial as pinturas do norte-americano Thomas Hart Benton, que colorem o living e a sala de jantar.

Na biblioteca, a madeira brasileira dá o tom: as paredes são forradas com jacarandá de lei (a mesa é de mogno) e servem de moldura para as poltronas criadas pelo mestre do design art déco francês Jacques Adnet. Já o teto talhado em gesso elíptico da suíte máster compõe o ambiente junto de um quadro de William Merritt Chase e de uma poltrona Coard Marcel.

Para coroar a cobertura, um dos terraços também funciona como sala de refeições secundárias. Nada mal para o russo passar horas e horas ali com sua família, contemplando a vista para o inconfundível skyline de Nova York.

Fonte: Casa Vogue


Casa-Spa é anexo que rouba a cena

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Com as montanhas ao fundo e uma esplêndida vista para o mar, a Spa House é o anexo que acabou roubando a cena da casa principal localizada em Hout Bay, Cidade do Cabo. Criada pelos arquitetos do estúdio Metropolis Design para ser uma espécie de abrigo de hóspedes e espaço terapêutico, ela reúne tudo o que uma casa precisa, e um pouco mais.

Estão lá a suíte, o living e a sala de jantar integrado a uma funcional cozinha. Mas a piscina ocupa um lugar especial no projeto, de modo que o reflexo da água produz surpreendentes efeitos nos planos externos da casa, da mesma forma que determina o colorido e relaxante ambiente do subsolo, onde funciona o spa, e que se abre para o fundo do tanque através de três janelas.

O bloco onde está a suíte tem lugar de destaque no volume, por conta de sua projeção externa, sobre a água. O living se integra totalmente à piscina conforme as portas de vidro são abertas. Já o conjunto de sala de jantar e cozinha ocupa um pavimento intermediário, enterrado a 0,5 m, que se divide em duas raias, tendo uma espécie de ilha entre elas.

Estruturado em metal, o edifício tem acabamentos de concreto no quarto, no spa e na área da piscina. Externamente, predomina um revestimento com placas de madeira e muito vidro. Para completar, o próprio volume da casa protege a pisicina do vento predominante, ao mesmo tempo que reflete a luz do sol, garantindo condições ideais para que hóspedes ou proprietários circulem livremente entre água e spa.

Fonte: Casa Vogue