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JAPÃO ILUMINA RIO COM 100.000 LÂMPADAS

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O Festival Hotaru, realizado no início de maio em Tóquio, deu um toque moderno a uma antiga tradição japonesa de apreciar vagalumes descendo os córregos durante a primavera. Neste ano, o efeito brilhante dos insetos foi reproduzido com 100.000 lâmpadas LED que foram lançadas no rio Sumida, onde se concentram os shows de fogos de artifício na capital.

Com aproximadamente 8 cm de diâmetro cada, as lâmpadas com um azul elétrico foram carregadas com energia solar e jogadas pelo público no curso d’água em frente ao Tokyo Sky Tree, a torre de rádio que tem o título de segunda estrutura mais alta do mundo.

Cerca de 85 pessoas participaram da ação que foi vista por mais de 30.000 pessoas pela transmissão ao vivo da internet. Ao fim do evento, os organizadores recolheram as bolas brilhantes com redes e as destinaram para reciclagem.

Fonte: Casa Vogue


Em comemoração ao Dia do Trabalho

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Barco não tripulado pode patrulhar o litoral norte-americano

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Extremamente leve, o Piranha adapta a ideia dos aviões não tripulados para a água (Foto: Divulgação)

O estaleiro Zyvex Marine, com sede nos Estados Unidos, desenvolveu um novo modelo de barco que pode ser controlado remotamente, chamado de Piranha. A lancha não tripulada adapta a ideia de aviões sem controle humano, tecnologia relativamente comum nos aparatos contemporâneos de segurança. Entre as primeiras aplicações do Piranha estaria a missão de patrulhar o litoral norte-americano.

A grande vantagem do equipamento não tripulado está em permitir que os controladores estejam distantes da ação, o que preserva a sua segurança e integridade. Para grupos militares, principal mercado desta tecnologia, isso representa uma considerável redução de custos humanos quando alguma coisa dá errado.

A Zyvex empacotou outra vantagem no Piranha. Ele é confeccionado com um casco ultra resistente, com uma variedade de fibra de carbono criada pela própria empresa. O material ganha ainda mais rigidez e leveza com a adição de refinamentos provenientes da nanoengenharia.

Por não carregar pessoas e os equipamentos de comando que são necessários num cockpitde um barco de patrulha, o Piranha é mais leve que os demais representantes do mercado. A Zyvex relata que o modelo consegue chegar a 44 km/h, o que é uma velocidade interessante no meio aquático. Em termos de consumo, uma embarcação de dimensões semelhantes gastaria 50 galões de combustível para percorrer 44 quilômetros em uma hora. O Piranha gasta apenas 12.

 

Fonte: Tech Tudo


Apple vale o mesmo que empresas abertas da Espanha, Grécia e Portugal (juntas)

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Multidão aglomerada na frente da Apple Store chinesa

A escalada do preço das ações da Apple (AAPL) parece não ter limites. O papel negocia bem acima dos 600 dólares em Nova York e ontem a empresa alcançou valor de mercado de 586 bilhões de dólares.

Isso é muito mais do que você tem no banco? Outras empresas pelo mundo também não passam nem perto desse valor.

A agência de notícias Bloomberg fez um levantamento nos países europeus que estão no centro da crise e concluiu que a Apple tem um valor de mercado muito próximo ao de 500 empresas públicas da Espanha, Grécia e Portugal, que somadas valem 590 bilhões de dólares.

Essas companhias estão em países que vivem a crise na Europa bem de perto. Enquanto a bolsa desses lugares cai, a ação da empresa só sobe, e não é difícil imaginar que logo supere o valor dessas companhias.

Por aqui

No Brasil, as principais empresas também estão a metros de distância da Apple. Para se ter uma noção do quão “cara” é a empresa da maçã, a Petrobras, que é a mais valiosa da bolsa brasileira, encerrou o pregão de terça-feira com um valor de mercado de exatos 154.846.356,10 dólares. Ou seja: numa Apple cabem três Petrobras e ainda sobra espaço.

 

Fonte: Revista Exame


Os 10 maiores lucros de empresas brasileiras em 2011 – parte 4

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Itautec – Tablet

8º Lugar

 A Itaúsa, holding que controla o Itaú Unibanco, Itautec e Duratex, entre outras empresas, contabilizou lucro líquido de 5,3 bilhões de reais, crescimento de 7,1% na comparação com 2010.

A Itaúsa encerrou 2011 com patrimônio líquido de 32,2 bilhões de reais, expansão de 11,2% sobre 2010.

Orelhão da Telefônica

9º Lugar

 O lucro líquido da Telefônica Brasil somou 4,3 bilhões de reais, em 2011. Alta de 18,2% na comparação com 2010.

A geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação (Ebitda) totalizou  3,307 bilhões de reais, 6,4% superior na comparação com um ano antes.

máquina da CSN

10º Lugar

 A CSN teve lucro líquido de 3,67 bilhões de reais em 2011, alta de 45,7% sobre o apurado em 2010.

Quase 60% da geração de caixa da empresa medida pelo Ebitda -sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação- veio da área de mineração.

 

Fonte: Revista Exame


As 20 empresas mais admiradas do mundo – parte 3

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Mcdonald's

11º Lugar - McDonald’s: a 11ª empresa mais admirada é a maior rede de fast food do planeta. Nos últimos tempos, a empresa vem se esforçando para introduzir novas opções de lanches, mais saudáveis e com mais saladas.

Produtos Johnson & Johnson

12º Lugar - Johnson & Johnson: outra potência dos bens de consumo, a J%26J vem se focando, cada vez mais, em produtos de higiene e cuidados pessoais, além de medicamentos. É a 12ª empresa mais admirada do ranking da Fortune.

Disneylândia

13º Lugar - Walt Disney: em 13º lugar, está a companhia fundada pelo pai do Mickey Mouse. Nos mercados de tv paga e parques temáticos, o grupo vai bem. Já o estúdio não tem dado muitos motivos para rir ultimamente.

Elétricos e híbridos invadem os salões

14º Lugar - BMW: a primeira empresa não-americana a figurar no ranking, a montadora alemã é a 14ª empresa mais admirada do mundo. Entre seus sucessos está o Mini Cooper, o "carrinho" esportivo que caiu no gosto dos consumidores mais descolados.

General Electric seria a nova Nova Zelândia

15º Lugar - General Electric: a GE é a 15ª da lista da Fortune. Atualmente, a empresa se desdobra entre a necessidade de lançar novos produtos e a de cortar custos, a fim de combater os efeitos da crise mundial deflagrada em 2008.

Fonte: Revista Exame

Clique Aqui e leia a 1ª parte desta matéria

Clique Aqui e leia a 2ª parte desta matéria


As 20 empresas mais admiradas do mundo – parte 2

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FedEx

6º Lugar - FedEx: a empresa de entregas rápidas é a sexta do ranking da Fortune. A empresa vem se beneficiando da retomada da economia americana, enquanto renova sua frota de aviões com modelos que consomem menos combustível.

Warren Buffett

7º lugar - Berkshire Hathaway: a holding de investimentos do bilionário Warren Buffett é a sétima do ranking da Fortune. É claro que parte considerável desse prestígio vem de Buffett, que fez muitos milionários ao longo desses anos.

Loja do Starbucks em conteiners

8º lugar - Starbucks: a maior rede de cafeterias do mundo é a oitava empresa mais admirada do ranking da Fortune. Seu controlador, Howard Schultz, também atraiu a atenção em 2011 por lançar uma campanha para gerar empresas nos Estados Unidos.

Procter %26 Gamble procura informações até no lixo

9º Lugar - Procter %26 Gamble: a nona empresa do ranking é a gigante de bens de consumo Procter %26 Gamble. Com problemas para crescer nos países desenvolvidos, a empresa cortou empregos e passou a focar em emergentes como o Brasil.

Southwest Airlines

10º Lugar - Southwest Airlines: trata-se da décima companhia mais prestigiada do mundo. Seu trunfo, segundo a Fortune, é estar bem posicionada no mercado de baixo custo, com um bom controle sobre suas despesas.

Fonte: Revista Exame

Clique Aqui para ler a parte 1 desta matéria

 

 


Cinemas investem na expansão do mercado de luxo

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Ir ao cinema já não tem mais nada de básico, pelo contrário, avança para se tornar uma experiência completa, que vai além de assistir a um filme. Muito é falado sobre o aumento do poder aquisitivo da chamada nova classe média, mas o momento positivo da economia brasileira também cria demandas vindas de clientes AB, que querem serviços diferenciados.

Seguindo uma tendência mundial, três dos maiores players brasileiros da área, Cinemark, UCI e Kinoplex, apostam suas fichas nos cinemas de luxo, que se mostraram um sucesso e estarão ainda mais presentes em 2012.

Sofisticação, privacidade, exclusividade e conforto são as palavras que definem a tendência, iniciada em 2008 no Brasil, de criar salas diferenciadas em cinemas, com preços entre R$ 37,00 e R$ 55,00 a entrada. O público alvo é o mesmo que prioriza o estacionamento vip nos shoppings ou a classe executiva em viagens de avião: consumidores que preferem pagar mais por um serviço de melhor qualidade.

As salas de luxo são destacadas da área comum e apresentam bombonière exclusiva com cardápio diferenciado, entre itens como pipoca com azeite trufado, cheese cake e espumantes. As poltronas são de couro e reclináveis, com maior espaço entre elas, o que também reduz a quantidade de assentos. Garçons entregam os pedidos dos clientes nas cadeiras, antes da exibição começar. Na divulgação, conceitos como “você merece” e “permita-se viver este momento” são os principais

Fonte: Revista Exame


Venda de imóvel novo cresce 29% em novembro

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As vendas de imóveis residenciais novos na cidade de São Paulo subiram de 2.017 unidades em outubro para 2.601 em novembro de 2011, o que representa um crescimento de 29% no período. Os dados foram divulgados hoje pelo Sindicato de Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Comerciais de São Paulo (Secovi-SP). Em novembro, os imóveis de dois dormitórios responderam pela maior parte das vendas (53,3%) na capital paulista.

A velocidade das vendas (vendas sobre oferta, VSO) foi de 13,6% em novembro, o que representa uma elevação ante os 11,9% apurados em outubro. O VSO mede a relação entre a quantidade de unidades comercializadas e a oferta no mês, sendo que a oferta é composta pelo estoque remanescente de imóveis somado aos lançamentos. Na avaliação do Secovi-SP, a recuperação do VSO foi o principal responsável pela elevação das vendas na comparação mensal.

A pesquisa informa também que o total de imóveis novos negociados ficou abaixo do número de lançamentos no mês, que foi de 4.222 unidades, segundo dados da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp) citados na pesquisa do Secovi-SP. O total de lançamentos no mês cresceu 31,3% em relação aos 3.215 de outubro.

Dados anuais

O total de imóveis novos comercializados na cidade de São Paulo entre janeiro e novembro de 2011 chegou a 24.491 unidades. O resultado foi 20,8% inferior ao registrado no mesmo período do ano anterior, quando o total atingiu 30.909 unidades. O VSO médio dos 11 meses de 2011 foi de 13,9% ao mês, diferentemente dos 22,7% ao mês registrado de janeiro a novembro de 2010.

Diante desse cenário, o Secovi-SP já havia estimado, desde a pesquisa divulgada no mês passado, que o volume de unidades comercializadas em 2011 ficará aquém do total de 2010, conforme tendência observada ao longo do ano.

A pesquisa informa também que, em volume de lançamentos, houve uma estabilização no mercado, com a oferta de 30.587 unidades de janeiro a novembro de 2011, e ligeiro crescimento de 1,3% em relação ao mesmo período de 2010, quando foram lançadas 30.198 unidades.

Fonte: Página 3


Razões para o preço dos imóveis seguir em alta parte 11

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Quase tudo custa mais no Brasil

DOM

A economia brasileira possui diversas ineficiências que contribuem para elevar o preço de praticamente tudo que é vendido por aqui. Não é à toa que os carros brasileiros sejam os mais caros do mundo e que os restaurantes nacionais (foto) cobrem preços muitas vezes superiores aos de Nova York ou Londres. Há toda uma conjuntura macroeconômica que explica esses valores. Os impostos são muito altos, assim como as taxas de juros. A competição na maioria dos setores não é suficiente para manter as margens de lucro das empresas em patamares interessantes para o consumidor. Somente a mão de obra ainda parece competitiva no Brasil – o que, para os assalariados, não é algo a se comemorar. O resultado é que, com exceção de alimentos, quase tudo no Brasil parece hoje mais caro que nos EUA. Por que com os imóveis seria diferente?

 

Fonte: Revista Exame