O segmento de luxo está em expansão no Brasil. Para 2012, a expectativa de crescimento é de 25% O presidente do portal Web Luxo, Edson Joaquim afirma que apesar do Brasil sofrer bem menos com os impactos atuais da economia mundial, a atividade de luxo vem se mantendo em alta e com expressivo crescimento nos próximos anos.
Balneário Camboriú em Santa Catarina é um exemplo da alta de mercado de luxo. A cidade possui inúmeras boutiques, lojas e serviços de luxo, além do grande “Boom” imobiliário que atinge a região. São edifícios de altíssimo padrão em uma cidade planejada, com belíssimos pontos turísticos, marina com potentes iates, grande presença de estrangeiros, já que a cidade é conhecida internacionalmente pela sua beleza natural, praias, gastronomia, hotelaria, qualidade de vida e por estar estrategicamente localizada entre as principais cidades de Santa Catarina (Blumenau e Joinville), entre outras.

Os empreendimentos imobiliários de alto padrão também estão ganhando espaço no Estado, principalmente em Balneário Camboriú. O maior prédio do Brasil com aproximadamente 73 andares está sendo construído na cidade e está atraindo inúmeros investidores, principalmente da própria Santa Catarina, Paraná e São Paulo.
fonte: webluxo.com.br
Na noite do dia 08/09/11, nem a chuva impediu um maravilhoso show no stand da H imóveis.
O saxofonista Derico do programa do Jô, juntamente com seu irmão Sérgio (Duo Sciotti) fizeram uma excelente apresentação aos clientes e visitantes da Feira.
Também presente no evento, o vocalista da Banda Nego Joe se uniu a dupla e ao cantar “Oceano” de Djavan surpreenderam a todos por tamanha qualidade diante do improviso.
Mesmo sem estar no seu programa original, na tarde do dia 09/09/11 Derico repetirá a apresentação e foi prejudicado pelas fortes chuvas na região tem mais uma chance de prestigiar a dupla.
Veja as fotos desta noite especial.
A cidade mais verticalizada de Santa Catarina também está prestes a se transformar no maior pólo de arranha-céus do Brasil. Com seus 46 km², Balneário Camboriú, a menor cidade catarinense em extensão e a maior em densidade demográfica (2.350 habitantes por km²), terá o mais alto edifício residencial da América do Sul. Uma combinação de residencial e apart-hotel, que será construído na Barra Sul, próximo do teleférico.
O edifício terá 63 andares e 196 metros, superando o Titanium La Portada, de Santiago do Chile, com 52 andares e 194 metros.
É o que revela o prefeito da cidade, Edson Renato Dias (PMDB). “Conheci o conceito do projeto em uma apresentação em 3D. É algo sem igual na América Latina.” O projeto do arranha-céu é mantido em sigilo absoluto pela FG Engenharia, também responsável por um prédio de 140 metros e 45 andares que será entregue em 2015.
O Plano Diretor do município não prevê limite de altura para edifícios à beira da praia. O prefeito afirma que não vê impedimento na execução da obra, desde que erguida dentro dos padrões de ocupação limitados em 40% do terreno. Ele diz que a localização do prédio na Barra Sul não vai projetar sombra na praia. Os 5,7 quilômetros de praia ficam prejudicados a partir das 15horas porque a cortina de edifícios que têm até 35 andares encobre o sol.
Com uma população de 108 mil habitantes, mas que na alta temporada chega a receber cerca de 1 milhão de turistas por mês, Camboriú tem no ramo imobiliário sua segunda maior fonte de renda, superada apenas pelo turismo.
Cidade quer usar areia do fundo do mar para alargar praia
O prefeito de Balneário Camboriú, Edson Renato Dias, assinou contrato com a empresa americana Coastal Planning & Engineering para execução de um estudo de jazidas de areia que será usado no alargamento da faixa de areia da Praia Central.
Pelo projeto, os 5,7 quilômetros da orla receberão milhares de toneladas de areia retiradas do próprio mar. Dependendo dos estudos, a faixa que atualmente tem 40 metros em média poderá chegar a 100 metros. “É muito cedo para se avaliar, mas se trata de um investimento de cerca de R$ 100 milhões”, diz o prefeito. O compromisso inicial da empresa é identificar o melhor tipo de areia. O estudo custará R$ 400 mil.
O chamado aterramento hidráulico só é feito mediante um estudo profundo de impacto no mar, de combinação de material e possibilidade de transporte e extração. Dias já adiantou que a obra de alargamento só será possível se for encontrada areia compatível com a da praia. O relatório da qualidade do material será apresentado nos próximos seis meses e, se o projeto for viável, serão necessários pelo menos dois anos de trabalho para o aumento da faixa. Nos Estados Unidos, a Coastal Planning & Engineering já realizou mais de cem alargamentos.
A proposta da obra é manter a praia com suas características, sem alteração da biodiversidade. Para tanto, será preciso encontrar areia com a mesma granulometria, que possibilite balneabilidade, ondas e inclinação, caso contrário a praia continuará como está. Um esboço de projeto urbanístico da Avenida Atlântica já está em andamento. Ele vai contemplar o mobiliário urbano, com alterações na calçada, o remanejamento dos quiosques, a inversão da via e a criação de uma nova ciclovia.
Planejamento. Se por um lado o crescimento do ramo imobiliário é favorável à economia, por outro preocupa. Auri Pavoni, secretário de Planejamento, defende uma legislação que coíba a agressividade dos empreendimentos, levando-se em consideração o impacto ambiental.
O planejamento turístico e a antiga legislação não previram esse impacto, bem como não respeitaram uma distância média entre as edificações, a avenida, o calçadão e a praia. Água, sistema viário, vagas de estacionamento e saneamento básico estão na lista de prioridades para a manutenção do padrão turístico a que a cidade se propõe.
A referência é o crescente número de turistas que opta pela cidade nas férias de verão. Em janeiro, Balneário Camboriú recebeu 900 mil turistas. A demanda influi especialmente no saneamento básico. Embora o prefeito considere que o município tem 100% de redes de esgoto, o serviço é multiplicado em temporadas e fins de semana prolongados. Com isso, o despejo de fossas e esgotos incide na contaminação de trechos de praia.