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Artista cria miniatura de catástrofes

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De florestas a mansões, todas as formas de cenários fantasiosos ou próximos da perfeição são objeto de transformação nas mãos dos artista plástico norte-americano Thomas Doyle.

O diferencial de sua obra, porém, é que ele cria essas paisagens em uma escala minúscula, e transporta para elas as mais surpreendentes situações de catástrofe.

“Meu trabalho explora vestígios de memória através da criação de mundos esculpidos em escala 1:43, ou menos. Realizadas em vidro, as obras retratam o passado, as experiências transformadoras. Da mesma forma que nossas recordações surgem como uma névoa, minha obra distorce a realidade através da fantasia”, explica o artista.

O trabalho de Thomas é um dos que compõem a mostra coletiva American Dreamers: Reality and Imagination in Contemporary American Art. A exposição sobre novos talentos da produção norte-americana fica em cartaz entre os dias 9 de março e 15 de julho no Centro di Cultura Contemporanea Strozzina, dentro do Palazzo Strozzi de Florença, Itália.

Fonte: Casa Vogue


Casa-Spa é anexo que rouba a cena

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Com as montanhas ao fundo e uma esplêndida vista para o mar, a Spa House é o anexo que acabou roubando a cena da casa principal localizada em Hout Bay, Cidade do Cabo. Criada pelos arquitetos do estúdio Metropolis Design para ser uma espécie de abrigo de hóspedes e espaço terapêutico, ela reúne tudo o que uma casa precisa, e um pouco mais.

Estão lá a suíte, o living e a sala de jantar integrado a uma funcional cozinha. Mas a piscina ocupa um lugar especial no projeto, de modo que o reflexo da água produz surpreendentes efeitos nos planos externos da casa, da mesma forma que determina o colorido e relaxante ambiente do subsolo, onde funciona o spa, e que se abre para o fundo do tanque através de três janelas.

O bloco onde está a suíte tem lugar de destaque no volume, por conta de sua projeção externa, sobre a água. O living se integra totalmente à piscina conforme as portas de vidro são abertas. Já o conjunto de sala de jantar e cozinha ocupa um pavimento intermediário, enterrado a 0,5 m, que se divide em duas raias, tendo uma espécie de ilha entre elas.

Estruturado em metal, o edifício tem acabamentos de concreto no quarto, no spa e na área da piscina. Externamente, predomina um revestimento com placas de madeira e muito vidro. Para completar, o próprio volume da casa protege a pisicina do vento predominante, ao mesmo tempo que reflete a luz do sol, garantindo condições ideais para que hóspedes ou proprietários circulem livremente entre água e spa.

Fonte: Casa Vogue


Hotel tem 38 piscinas suspensas na floresta

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Centro das tradições, da arte e da gastronomia de Bali, Ubud é um vilarejo marcado por morros íngremes, repletos de cachoeiras e florestas, aqui e ali pontuadas pelos inconfundíveis templos que fazem a fama internacional da ilha indonésia.

No coração do distrito, existe um hotel espetacular onde todos os quartos contam com piscina privativa, à beira dos penhascos e corredeiras locais. É o Ubud Hanging Gardens, um resort com nada menos do que 38 piscinas, distribuídas entre os chalés e as suítes, todas com vista para o rio Aung.

Construídas no estilo local, as piscinas parecem lagos naturais, em perfeita simbiose com a a mata e os terraços onde a população nativa cultiva arroz há milhares de anos. A mais espetacular delas, em dois níveis, é de uso comum.

Pertencente à rede Orient-Express, o hotel é o lugar ideal para quem busca relaxamento, seja pelas inúmeras possibilidades de diversão, seja pela simples contemplação do templo secular que ocupa a encosta de frente para o Ubud Hanging Gardens.


Um salto no infinito azul do mar Tailandês

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O granito é o porto-seguro desde onde é possível correr até um longo trampolim, a tempo de tomar velocidade suficiente para, em salto corajoso e penhasco abaixo, abraçar as profundezas do mar mais azul da Tailândia, na região de Phuket.

O que mais parece a descrição de um sonho foi materializado na Villa Amanzi, uma casa de 2.600 m² construída na praia Kamala, à beira de um enorme vale rochoso coberto por nuances de floresta tropical. O projeto leva assinatura do Original Vision Architecture.

A inspiração veio das rochas e do horizonte. Ao brotar do terreno, a edificação toma o molde de uma queda d’água: seus níveis se entrelaçam e se recortam, terminando a face sul na ponta de uma piscina de água salgada, semelhante ao trampolim onírico.

No térreo, os espaços amplos de estar e jantar ficam totalmente integrados à paisagem dos fundos e da frente, através de vidros sobre trilhos. A face norte da casa se volta para um muro de granito, onde sua estrutura encontra abrigo. A área íntima, de suítes e dormitórios, espalha-se por um pavimento superior, sobre o living aberto, o que se explica pela fixação do volume suspenso às rochas do próprio terreno.

Sob a piscina, uma sala de massagem instiga momentos de reflexão e relaxamento total. Mesmo quem resiste ao sono sonha acordado, por entre inúmeros jardins de ráfias, rendas, e o embalo do canto da sereia.

Fonte: Casa Vogue


Venda de imóvel novo cresce 29% em novembro

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As vendas de imóveis residenciais novos na cidade de São Paulo subiram de 2.017 unidades em outubro para 2.601 em novembro de 2011, o que representa um crescimento de 29% no período. Os dados foram divulgados hoje pelo Sindicato de Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Comerciais de São Paulo (Secovi-SP). Em novembro, os imóveis de dois dormitórios responderam pela maior parte das vendas (53,3%) na capital paulista.

A velocidade das vendas (vendas sobre oferta, VSO) foi de 13,6% em novembro, o que representa uma elevação ante os 11,9% apurados em outubro. O VSO mede a relação entre a quantidade de unidades comercializadas e a oferta no mês, sendo que a oferta é composta pelo estoque remanescente de imóveis somado aos lançamentos. Na avaliação do Secovi-SP, a recuperação do VSO foi o principal responsável pela elevação das vendas na comparação mensal.

A pesquisa informa também que o total de imóveis novos negociados ficou abaixo do número de lançamentos no mês, que foi de 4.222 unidades, segundo dados da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp) citados na pesquisa do Secovi-SP. O total de lançamentos no mês cresceu 31,3% em relação aos 3.215 de outubro.

Dados anuais

O total de imóveis novos comercializados na cidade de São Paulo entre janeiro e novembro de 2011 chegou a 24.491 unidades. O resultado foi 20,8% inferior ao registrado no mesmo período do ano anterior, quando o total atingiu 30.909 unidades. O VSO médio dos 11 meses de 2011 foi de 13,9% ao mês, diferentemente dos 22,7% ao mês registrado de janeiro a novembro de 2010.

Diante desse cenário, o Secovi-SP já havia estimado, desde a pesquisa divulgada no mês passado, que o volume de unidades comercializadas em 2011 ficará aquém do total de 2010, conforme tendência observada ao longo do ano.

A pesquisa informa também que, em volume de lançamentos, houve uma estabilização no mercado, com a oferta de 30.587 unidades de janeiro a novembro de 2011, e ligeiro crescimento de 1,3% em relação ao mesmo período de 2010, quando foram lançadas 30.198 unidades.

Fonte: Página 3


Razões para o preço dos imóveis seguir em alta parte 11

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Quase tudo custa mais no Brasil

DOM

A economia brasileira possui diversas ineficiências que contribuem para elevar o preço de praticamente tudo que é vendido por aqui. Não é à toa que os carros brasileiros sejam os mais caros do mundo e que os restaurantes nacionais (foto) cobrem preços muitas vezes superiores aos de Nova York ou Londres. Há toda uma conjuntura macroeconômica que explica esses valores. Os impostos são muito altos, assim como as taxas de juros. A competição na maioria dos setores não é suficiente para manter as margens de lucro das empresas em patamares interessantes para o consumidor. Somente a mão de obra ainda parece competitiva no Brasil – o que, para os assalariados, não é algo a se comemorar. O resultado é que, com exceção de alimentos, quase tudo no Brasil parece hoje mais caro que nos EUA. Por que com os imóveis seria diferente?

 

Fonte: Revista Exame

 


Razões para o preço dos imóveis seguir em alta parte 10

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O mercado de capitais vai permitir o crescimento do crédito imobiliário

Agência da Caixa

 

Bancos e especialistas em crédito imobiliário já admitem que os recursos do FGTS e da caderneta de poupança já não serão suficientes para financiar o crescimento dos financiamentos a partir de 2013 se a liberação de empréstimos continuar se expandindo no ritmo atual. A redução da oferta de crédito poderia ser fatal para a escalada dos preços. Muita gente, no entanto, argumenta que existe no mercado de capitais brasileiro algumas alternativas para que bancos e construtoras possam captar recursos. A principal delas seria a securitização, uma operação por meio do qual os bancos repassam a investidores carteiras de créditos e levantam o capital necessário para realizar novos empréstimos. Para Fabio Nogueira, sócio-fundador da BFRE, o instrumento de securitização com maior potencial de crescimento no Brasil são os CRI (certificados de recebíveis imobiliários). Esses papéis foram regulamentados em 1997, passaram por diversos testes no Brasil, mas ainda não ganharam a escala necessária nem um mercado secundário com liquidez. Somente a Caixa Econômica Federal (foto) já fez uma oferta de CRI com valor mínimo de 10.000 reais e prioridade para a pessoa física. Mas com a queda dos juros e a necessidade dos bancos de captar dinheiro no mercado, diz Nogueira, o estoque de CRI no Brasil poderia crescer dos atuais 30 bilhões de reais para algo em torno de 300 bilhões de reais. Outra ideia em discussão é que os bancos possam emitir CDBs de longo prazo exclusivos para o mercado imobiliário que contem com incentivos fiscais. Um problema comum a todos os instrumentos de captação de recursos para o setor é a falta de interesse dos fundos de pensão, os grandes detentores de poupança de longo prazo no país. Nos últimos anos, essas instituições têm preferido investir no mercado de ações que em imóveis. “Se o governo atender ao pleito do setor e der isenção de Imposto de Renda para o CDB imobiliário, certamente haverá demanda dos investidores”, diz Joe Powell, da consultoria Crédito Imobiliário Fácil.

 

Fonte: Revista Exame


Razões para o preço dos imóveis seguir em alta parte 9

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As incorporadoras sabem como fazer um imóvel caber no bolso do consumidor

Imagem do futuro shopping da Multiplan em Jundiaí

Por mais que os preços tenham subido, as incorporadoras sabem muito bem como fazer uma residência caber no bolso dos potenciais compradores. Uma tendência do mercado imobiliário paulista, por exemplo, foi aumentar o número de lançamentos nas regiões mais afastadas do centro da cidade, onde os terrenos são mais baratos. A proporção entre lançamentos na capital e na região metropolitana já foi igual a 80%-20% no passado, mas hoje está bem próxima de 50%-50%. Em Jundiaí (foto), a 60 km de São Paulo, por exemplo, os lançamentos dobraram nos últimos dois anos – e 30% dos compradores trabalham na capital. Outro artifício utilizado pelas incorporadoras foi reduzir o tamanho dos apartamentos lançados em bairros nobres e melhorar a área comum dos edifícios para que famílias possam se sentir bem e receber amigos mesmo morando em apartamentos de 50 metros quadrados. Para Gonzalo Fernandez, presidente da Fernandez Mera, quando os preços baterem em um teto no Rio de Janeiro e em São Paulo, provavelmente a incorporadoras vão concentrar seus lançamentos em outras capitais brasileiras. A busca por uma atuação mais forte longe dos grandes centros já começou e deve se intensificar nos próximos anos.

 

Fonte: Revista Exame

 


Razões para o preço dos imóveis seguir em alta parte 8

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Os custos da construção também sobem rápido

Canteiro de obras da Cyrela em Salvador

 

Não são apenas os terrenos que pressionam os preços dos imóveis. Aluguel de equipamentos, materiais de construção e contratação de mão-de-obra ficaram bem mais caros nos últimos anos. Para o vice-presidente da construtora Racional Engenharia, Marcos Santoro, não há como esses preços se acomodarem em um ambiente em que haverá grandes obras de infraestrutura sendo realizadas para a Copa e as Olimpíadas e com o atual boom imobiliário. O professor O João da Rocha Lima Jr., do Núcleo de Real Estate da Poli-USP, lembra que o avanço tão rápido dos custos tem criado dificuldades para as próprias incorporadoras avaliarem o valor justo de um imóvel no momento do lançamento. Muitas empresas acabam incluindo uma margem de segurança na hora de fixar o preço justo – o que encarece o imóvel para o consumidor. Mesmo assim, as incorporadoras não estão ganhando mais dinheiro. As margens de lucro das empresas, na verdade, estão sendo corroídas pela alta das despesas – tanto que as ações das maiores companhias do setor têm apanhado na BM&FBovespa.

 

Fonte: Revista Exame

 


Razões para o preço dos imóveis seguir em alta parte 7

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A Prefeitura de São Paulo contribui para a escassez

Kassab e a prefeitura

Um dos culpados pela falta de terrenos na cidade de São Paulo é a própria Prefeitura. Desde a década de 1970, o poder público tem tomado medidas para restringir cada vez mais a ocupação do solo na cidade. Além das leis de zoneamento equivocadamente restritivas, as incorporadoras que estão dispostas a pagar as pesadas taxas exigidas pela Prefeitura para desenvolver projetos na cidade também têm encontrado dificuldades para comprar os títulos de outorga, já esgotados em vários bairros. As políticas, elaboradas com o objetivo de evitar os problemas de um adensamento exagerado, só agravaram problemas como o trânsito, já que obrigaram as incorporadoras a lançar empreendimentos cada vez mais longe. O resultado é que alguns terrenos hoje já representam entre 50% e 60% do custo de uma obra – e quem paga a conta é o comprador.

 

Fonte: Revista Exame